Sexo após 50 anos

7 dicas para melhorar a vida sexual após os 50!

Veja como priorizar a intimidade e o prazer nesse momento

À medida que nosso corpo envelhece, algumas condições médicas ou a prescrição de determinados medicamentos podem prejudicar o desejo e o desempenho sexual. Mas isso não quer dizer que ao chegar aos 50, a vida sexual fica em segundo plano e é preciso aceitar sua deterioração.

Apesar da cultura popular dizer o contrário, ainda é possível aproveitar o sexo e curtir a intimidade com o parceiro. Um pouco de planejamento pode ajudar a tornar o momento mais especial.

Aqueles que estão sofrendo com baixa libido ou com problemas de ereção, a consulta com um médico urologista ou sexólogo pode ser muito útil, já que vai indicar maneiras de lidar e tratar as queixas.

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Já para aqueles que não querem abrir mão da sua sexualidade, separei 7 dicas para manter o sexo excitante e prazeroso nessa etapa da vida!

O que fazer para manter a vida sexual ativa?

Considere a medicação:

Se após a avaliação médica houver a prescrição de medicamentos para ereção como Viagra®, Levitra® ou Cialis®, não descarte a opção. Esses são tratamentos de primeira linha para a disfunção erétil e podem ser muito eficazes para a qualidade de vida quando prescritos adequadamente.

Preste atenção a sua saúde:

É importante se manter atento a pressão sanguínea, a concentração de açúcar no sangue e ao colesterol alto, pois problemas como esses geram impactos muito grandes na vida sexual e são motivadores da disfunção erétil. É importante manter um estilo de vida saudável, se exercitando e mantendo o seu peso ideal.

Cuide do seu coração:

O que fazer se você já tiver uma condição estabelecida, como pressão alta ou diabetes? Nesse caso, se o tratamento das condições subjacentes não ajudar, os medicamentos para disfunção erétil ainda podem ser eficazes, no entanto, é imperativo que sejam indicados pelo médico já que envolvem risco cardíaco.

Nem sempre é baixa testosterona:

Muitos homens estão assumindo sofrer com baixa testosterona sem o devido diagnóstico. Em alguns casos, a queda da libido pode ser motivada por fatores externos como o excesso de afazeres e problemas familiares. Por isso, é bom evitar o auto diagnóstico e investigar as causas da disfunção com um especialista.

Considere a terapia:

Questões sexuais como baixa libido e a disfunção erétil podem ter um componente emocional ligado as suas causas, portanto, o aconselhamento psicológico pode ser uma opção. Ansiedade, depressão, estresse e problemas no relacionamento podem contribuir para as dificuldades sexuais.

Converse com o parceiro:

É comum que os casais tenham impulsos sexuais incompatíveis. Se for esse o caso, é preciso que conversem francamente sobre o que é sexualmente importante para eles e tentem chegar a um compromisso para atender ambas necessidades. A intimidade e o prazer podem ser experimentados de várias maneiras além da relação sexual, portanto, convém experimentar estímulos manuais, orais e mecânicas para atender às necessidades um do outro. Faça um esforço para estar aberto a tentar algo novo. Em outras palavras, pergunte ao seu parceiro o que ele quer – e não deixe de dizer o que você quer.

Separe um tempo para o sexo:

À medida que as pessoas envelhecem, o estresse e as pressões da vida cotidiana podem criar uma barreira ao sexo. É importante que os casais reservem tempo para nutrir o relacionamento e promover a intimidade contínua, mesmo que os métodos mudem com o tempo. Quando isso acontece, os casais podem ter um relacionamento íntimo saudável até os 70 e 80 anos.

 

O que não esquecer:

As DSTs ainda podem acontecer:

Você pode pensar em doenças sexualmente transmissíveis, ou DSTs, como um problema de pessoas mais jovens. Mas a idade não é sinônimo de proteção contra o HIV, sífilis, herpes genital e outras doenças sexualmente transmissíveis.

É preciso ter as mesmas precauções sexuais que qualquer outra pessoa que se envolve com mais de um parceiro.

Quando consultar um médico:

Nossos corpos passam por mudanças à medida que envelhecemos, o que pode afetar a vida sexual.

Após a menopausa, algumas mulheres podem desenvolver secura vaginal, tornando a relação sexual dolorosa. Nesse caso, pode ser necessário conversar com o parceiro sobre preliminares mais duradouras ou experimentar um lubrificante. Se ainda houver algum problema, o médico deve ser consultado.

Alguns homens podem achar que precisam de mais estímulo para obter e manter uma ereção, o que é perfeitamente normal. Nesse momento, é importante relaxar e aproveitar o toque do parceiro. Mas se o homem tiver um problema contínuo de disfunção erétil, talvez seja hora de visitar um médico.

Pessoas de ambos os sexos podem ter problemas de imagem corporal, ao relembrar constantemente como eram os seus dias de juventude. No entanto, esses pensamentos não devem impedir o sexo. Se o fizerem, talvez um terapeuta sexual possa ajudar.

Explico mais benefícios da terapia sexual no post: 5 motivos que levam a terapia sexual, clique aqui para ler.

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