Filmes sobre o prazer feminino

15 Filmes que empoderam a sexualidade feminina

Veja 15 filmes que mostram o sexo sob a perspectiva feminina

Se você é como a maioria das pessoas, os filmes provavelmente desempenharem um papel fundamental na sua “educação sexual”, ou pelo menos, na forma como o sexo deveria ser.

Quem não se lembra de sentir algum tipo de despertar sexual durante a cena no carro do Titanic ou na lareira do Diário de uma Paixão? As cenas podem ser ótimas, mas com certeza são bem diferentes da vida real.

Mas ao contrário dos filmes de romance, os outros gêneros pouco falam sobre a sexualidade feminina, eles abordam apenas o seu lado sensual. Em praticamente nenhum desses filmes as mulheres são representadas gostando do sexo e o desejando, e quando o fazem, a situação é cômica ou cheia de preconceitos.

Geralmente nesses filmes cabe a mulher ser dominada, ensinada ou ainda ser “descoberta”.

Por isso, nada melhor do que na semana do Dia Internacional da Mulher eu separasse uma lista de filmes que mostram mulheres dominando sua vida sexual e escolhendo onde, como e quando ter prazer!

Maratone no fim de semana!

 

Azul é a cor mais quente

Azul é a cor mais quente é a história de Adèle (interpretada por Adèle Exarchopoulos), que se apaixona por Emma (Léa Seydoux). As cenas de sexo entre as duas são incrivelmente íntimas, porque Emma é a primeira mulher com quem Adèle já dormiu.

Esse filme retrata muito bem a realidade de jovens mulheres que se sentem à vontade em explorar sua sexualidade.

 

Titanic

Titanic, o filme responsável pelo despertar sexual de muitos adolescentes dos anos 90. Rose (Kate Winslet) é uma protagonista não tradicional, pois é ela quem flerta com Jack (Leonard DiCaprio), numa época em que as mulheres deveriam ficar caladas, ser puras e brandas.

Ela o convence a desenhá-la nua. Ela o puxa para o banco de trás do carro. Ela sussurra: “Coloque suas mãos em mim, Jack.” O filme retrata o mundo de Rose.

 

Girls trip (Viagem das garotas)

Os executivos de Hollywood gostam de argumentar que os filmes não românticos inspirados em mulheres – especialmente filmes sobre mulheres negras – não tem apelo em massa. No verão passado, Girls Trip, que arrecadou mais de US $ 140 milhões nas bilheterias, é a prova de que eles estão errados.

O filme, estrelado por um elenco de grandes mulheres– incluindo Jada Pinkett Smith, Regina Hall, Tiffany Haddish e Queen Latifah – é uma celebração sincera das amizades femininas.

Ah, e também é super atrevido. As mulheres que compõem a “Flossy Posse” são supertalentosas e desfrutam do sexo casual, e nenhuma delas procura pelo príncipe encantado ou quer se “estabelecer com um homem legal”. Em vez disso, seu foco é encontrar-se – e estar lá para suas amigas.

 

The spetacular now (O maravilhoso agora)

A maioria dos filmes para adolescentes retrata uma expectativa totalmente irreal para as primeiras experiências sexuais – mas este filme não. The Spectacular Now, auxiliado pelas performances perfeitamente diferenciadas das estrelas Miles Teller e Shailene Woodley, descreve uma relação sexual adolescente que caberia perfeitamente no mundo real.

 

Blue valentine (Namorados para sempre)

Blue Valentine recebeu notoriamente uma classificação original de NC-17 (para maiores de 17 anos), graças a uma cena em que Dean (Ryan Gosling) percorre o corpo de Cindy (Michelle Williams) com a boca.

Além disso, Cindy está se divertindo, chegando a agarrar Dean pelos cabelos para mantê-lo no lugar enquanto ela chega ao orgasmo.

Gosling falou sobre o duplo padrão sexista nas classificações de cinema, apontando que muitos filmes classificados para menores mostram mulheres fazendo sexo oral com homens. Após muitas críticas, a classificação indicativa do filme acabou sendo rebaixada.

 

Trainwreck (Descompensada)

Alerta: às vezes, as mulheres simplesmente não querem estar num relacionamento. Às vezes, eles só querem fazer sexo com o maior número de pessoas possível – e, às vezes, esse sexo é intensamente estranho.

Em Trainwreck, Amy (Amy Schumer) é quem sente a necessidade de cultivar esse seu lado atrevido. Ela se orgulha de suas habilidades e ri de suas performances sexuais não tão perfeitas. Ela não para até encontrar um cara pelo qual vale a pena se dedicar, e para isso dizemos: “É isso aí, garota”.

 

Brooklyn

Quando a imigrante irlandesa Eilis Lacey (Saoirse Ronan) faz sexo com o namorado Tony (Emory Cohen), é tão rápido e embaraçoso quanto qualquer um que já perdeu a virgindade se lembra.

Mas o que torna essa cena tão bonita é o fato de Eilis se tornar uma mulher independente. Ela não é mais a jovem tímida de sua pequena cidade do outro lado do Atlântico – e se ela quer fazer sexo antes do casamento com o namorado do Brooklyn, ela fará isso.

 

How to be single (Como ser solteira)

Enquanto a personagem principal Alice (Dakota Johnson) passa por altos e baixos, sua melhor amiga Robin (Rebel Wilson) é o retrato perfeito de uma garota dona de seus desejos sexuais. Ela não se desculpa por sua vida sexual e ajuda a tirar Alice de sua concha, incentivando-a a abraçar completamente seu único amor – ela mesma. Para que mais servem os melhores amigos?

 

For a good time call… (Para se divertir, ligue!)

O que duas mulheres de vinte e poucos anos que moram em Nova York fazem quando o mercado de trabalho não tem oportunidades e o aluguel é caro? Elas se unem e montam um aclamado negócio de sexo por telefone – e se divertem muito fazendo isso.

Suas carreiras como profissionais do sexo também são estigmatizadas, o que torna este filme um 10 perfeito em nossa lista.

 

Carol

Quando Carol (Cate Blanchett) conhece Therese (Rooney Mara), ela está num casamento infeliz e tem uma filha.

Carol e Therese começam um caso apaixonado e, quando o marido descobre, ameaça proibi-la de ver sua filha. Ainda assim, Carol se recusa a reprimir sua sexualidade, mesmo quando os que a rodeiam tentam puni-la por isso.

O filme também tem um final feliz – uma raridade quando se trata de mulheres explorando sua sexualidade.

 

Something’s gotta give (Alguém tem que ceder)

Embora esse filme tenha muitos clichês – Something’s Gotta Give se destaca graças a sua heroína, Erica (Diane Keaton). Ela não é arrogante, pelo contrário, é uma escritora talentosa e inteligente de cinquenta e poucos anos que sabe o que quer na vida.

E vamos combinar que não há nada mais sexy do que uma mulher confiante.

Erica se vê dividida entre dois pretendentes – um executivo mais velho (Jack Nicholson) que percebe que cometeu um erro ao sempre preferir mulheres mais jovens e um belo cardiologista (Keanu Reeves), que é 20 anos mais jovem do que ela, mas que mexe com sua cabeça.

 

She’s gotta have it (Ela quer tudo)

Antes de ser uma série da Netflix, este era um filme inovador de Spike Lee, no qual Nola (Tracy Camilla Johns) decide que não escolherá um homem para namorar – ela namorará três.

Mas, diferentemente da maioria das histórias que envolvem mulheres namorando, Nola não termina o filme com um pretendente. Em vez disso, ela decide que a monogamia é uma forma de opressão e vai para a cama sozinha.

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